Como cuidar da pele dos prejudicais efeitos do Sol?

Com as mudanças no clima, torna-se cada vez mais importante cuidar da pele exposta ao sol, não só durante o verão, mas durante todo o ano. Sem a pele, o corpo ficaria desprotegido, por isso deveria receber os cuidados necessários para mantê-lo saudável. Mas o cuidado deve ser especial em dias de altas temperaturas mesmo se estivermos no inverno, já que o sol não deixa de ser agressivo e prejudicial.

Especial cuidado é recomendado para a pele, o maior órgão do corpo. Suas três funções principais baseiam-se na atuação como barreira de agentes externos, contém receptores de sensações e regula a temperatura corporal. É formado por duas camadas: a camada externa chamada epiderme e a camada interna chamada derme.

Os recém-nascidos e crianças menores de 6 meses não devem ser expostas ao sol ou ao protetor solar.

A luz solar produz raios infravermelhos (calor), visíveis (cor) e ultravioleta (UVA, UVB) que produzem mudanças de bronzeamento e celular que predispõem ao câncer de pele.

Esta radiação é maior entre as 10 e as 16 horas da tarde. Neste momento, o nível de radiação UV é maior, mais agressivo e carcinogênico.

Os fatores de proteção solar apenas oferecem um aumento no tempo de tolerância aos raios do sol (especialmente pelos raios UVB), mas eles não cancelam os efeitos do sol como um todo.

Os fatores de proteção devem ser aplicados 30-45 minutos antes do início da exposição ao sol, sendo removido por suor e água. Portanto, eles devem ser aplicados com frequência a cada 3 horas e especialmente após o banho.

Os recém-nascidos e crianças menores de 6 meses não devem ser expostas ao sol ou ao protetor solar. Apenas a partir dos 6 meses em diante devem ser aplicados de modo a acostumá-los de crianças com protetores solares exclusivos para crianças.

Aqueles acima desta idade devem ser expostos ao sol, pois é um produtor de vitamina D, mas não devem expor a um intenso bronzeado e especialmente a queimaduras, pois deixa a pele muito predisposta ao câncer. A pele do adulto é muito mais frágil para as modificações por radiação solar, que se acumulam e o efeito cancerígeno é cumulativo com a idade.

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